Quando eu comecei na hotelaria, a ideia reinante era de que o sucesso da gestão de Hotéis em Portugal era dependente da capacidade que cada hotel tinha de minimizar os custos, para as receitas parecerem maiores. Era comum ouvir dizer expressões como "O mercado concorrencial hoteleiro em Portugal, estrangula os preços, sendo por isso muito difícil elevar o preço médio de qualquer unidade".
Tive inclusive uma conversa com um director de hotel que referia que: tínhamos de baixar ao máximo os custos, para que quando tivéssemos uma altura má em que os preços baixassem ou a procura não existisse, nós estivéssemos prontos (para a crise).
Pois bem, com a "estrangeirisse" do Revenue Management (Gestão de Receitas em .pt)... tudo mudou:
- Mudou a incapacidade de gerar mais receitas com base no mesmo produto
- Criaram-se produtos melhorados, muitas vezes apenas com ligeiros "pózinhos" de imaginação
- Educou-se o hóspede (que não é mais do que um cliente), lembrando que muitas vezes a expressão justiça de tarifa não era aplicada;
- Re-motivou-se os recepcionistas com o desafio de decidir qual a tarifa indicada para um determinado dia, para uma determinada hora...
- Estabeleceu-se uma cultura de Custo-Proveito, eliminando aquela ideia de que o custo era a única variável na equação
Em suma, surgiu uma nova vaga de profissionais hiper-motivados na criação de produtos únicos, diferentes, adaptados a um determinado nicho de clientes... na única industria que ainda guerreava contra esse termo (Diferenciação) e lutava por um produto igual que se adapte a todos os clientes.
Tive inclusive uma conversa com um director de hotel que referia que: tínhamos de baixar ao máximo os custos, para que quando tivéssemos uma altura má em que os preços baixassem ou a procura não existisse, nós estivéssemos prontos (para a crise).
Pois bem, com a "estrangeirisse" do Revenue Management (Gestão de Receitas em .pt)... tudo mudou:
- Mudou a incapacidade de gerar mais receitas com base no mesmo produto
- Criaram-se produtos melhorados, muitas vezes apenas com ligeiros "pózinhos" de imaginação
- Educou-se o hóspede (que não é mais do que um cliente), lembrando que muitas vezes a expressão justiça de tarifa não era aplicada;
- Re-motivou-se os recepcionistas com o desafio de decidir qual a tarifa indicada para um determinado dia, para uma determinada hora...
- Estabeleceu-se uma cultura de Custo-Proveito, eliminando aquela ideia de que o custo era a única variável na equação
Em suma, surgiu uma nova vaga de profissionais hiper-motivados na criação de produtos únicos, diferentes, adaptados a um determinado nicho de clientes... na única industria que ainda guerreava contra esse termo (Diferenciação) e lutava por um produto igual que se adapte a todos os clientes.
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